domingo, 17 de julho de 2011

Melhor Jogadora do Mundial Feminino é da Seleção nipônica.

Homare Sawa foi o grande destaque da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2011. A maestra japonesa foi premiada com a Bola de Ouro adidas de melhor jogadora do torneio e também com a Chuteira de Ouro adidas de artilheira da competição. Com brilhantes atuações e verdadeiros golaços, a jogadora de 32 anos conduziu a seleção nipônica feminina ao seu primeiro título mundial.



Bola de Ouro adidas: Homare Sawa (Japão)
Na sua quinta Copa do Mundo Feminina da FIFA, Homare Sawa brilhou como nunca antes. Graças à grande experiência, à enorme qualidade técnica e à  inteligência dentro de campo, a camisa 10 do Japão foi importante tanto no setor defensivo, com muitas bolas roubadas, quanto na ligação entre a defesa e o ataque. Além disso, a volante também se destacou pelos passes magistrais e por mostrar muita frieza diante da meta adversária, marcando um total de cinco gols no torneio.

A estrela de 32 anos deixou claramente a sua marca no Mundial Feminino e anotou o gol que empatou em 2 a 2 a final contra os EUA aos 12 minutos do segundo tempo da prorrogação, o que permitiu que ela realizasse o seu sonho de conquistar o título. "Ela tem fome de bola, organiza o jogo e, ao mesmo tempo, tem faro de gols", afirmou Tina Theune, do Grupo de Estudos Técnicos da FIFA, há alguns dias. "Definitivamente, ela está entre as jogadoras mais completas." No final, Sawa recebeu não apenas a Bola de Ouro adidas, mas também foi a artilheira do torneio e foi premiada por isso com a Chuteira de Ouro adidas.

Fonte: Fifa.com

Campeãs!

É CAMPEÃO! - Nos pênaltis, Japão faz história, bate EUA e conquista Mundial feminino


Em sua trajetória rumo à final da Copa do Mundo Feminina da FIFA Alemanha 2011, os Estados Unidos eliminaram o Brasil de maneira quase impossível, levando o jogo das quartas de final aos pênaltis com um gol no segundo minuto de acréscimo do segundo tempo da prorrogação. Na decisão contra o Japão, as valentes norte-americanas acabaram sofrendo um baque semelhante. Liderando o jogo por 2 a 1, a equipe sofreu um empate aos 117 minutos e acabou derrotada nas penalidades. E é isto: a seleção nipônica é campeã mundial pela primeira vez.

As japonesas foram dominadas no tempo regulamentar e acharam um gol a nove minutos do fim.  Na prorrogação, esse foi o mesmo cenário, com as norte-americanas novamente à frente do placar, até que Homare Sawa fez o gol milagroso. Nos pênaltis, as asiáticas, empolgadas e confiantes, triunfaram por 3 a 1 e ingressaram na lista das vencedoras do torneio, ao lado das meninas dos Estados Unidos e da Alemanha, bicampeãs, e da Noruega.
Primeiro tempo
Mais experientes e mais fortes fisicamente, as norte-americanas se impuseram em campo desde o apito inicial. Com apenas 25 segundos jogados, Lauren Cheney exigiu uma defesa de Ayumi Kaihori em um chute com ângulo fechado, depois de ter passado na trombada por Azusa Iwashimizu.
Aos oito minutos, foi a vez de Megan Rapinoe achar espaço na esquerda e cruzar no primeiro pau para Cheney,q eu desperdiçou o voleio. Um minutos depois, A Wambachbby chutou por cima da trave, em uma pressão incessante. Carli Lloyd também teve uma chance na entrada da área, e depois foi a vez de Rapinoe desperdiçar no primeiro pau novamente.

Ao contrário do que ocorreu em suas partidas passadas, o Japão teve muita dificuldade em manter a pose de bola no meio-campo e, ao mesmo tempo, não conseguiam lidar com os ataques norte-americanos nos primeiros 20 minutos. Seu primeiro chute a gol só veio aos 22 minutos, com Shinobu Ohno, mas sem direção.  
A melhor oportunidade de gol da primeira etapa veio aos 29 minutos, quando Wambach, a artilheira dos EUA em toda a história da Copa do Mundo Feminina da FIFA, bateu na quina da área, e a bola passou por Kaihori e estourou no travessão.
Segundo tempo
A partida não se alterou em nada depois da parada do primeiro tempo. Aos 49 minutos, Heather O’Reilly cruzou da direita, e Alex Morgan, que entrou no lugar de Cheney, acertou a trave no primeiro pau. O’Reilly depois acertou a rede pelo lado de fora em um chute de longa distância, enquanto Wambach perdeu uma boa chance após receber um belo passé de Rapinoe e ficar livre para bater na área.
O Japão mal via a cor da bola, armando poucos ataques, até que os EUA finalmente abriram o placar, ganhando uma recompensa pelo expressivo domínio do jogo. Aos 69 minutos, com Morgan, completando um rápido contra-ataque, recebendo ótimo passé de Rapinoe. Foi o segundo gol da atacante de 22 anos no torneio.
De alguma forma, contudo, o Japãoconseguiu o empate apenas 12 minutos depois, mostrando uma eficiência admirável. Aya Miyama se antecipou à zaga adversária, em uma confusão na area, após um cruzamento da direita.

Prorrogação e pênaltis
O surpreendente gol, de acordo com o que o jogo apresentava, não fez as norte-americanas esmorecerem, porém, seguindo em ritmo intenso para o ataque. Nos dez primeiros minutos do primeiro tempo extra, só deu um time em campo, o mesmo que mandou na partida nos primeiros 90, com constante presença ofensiva. Até que aos 104 minutos saiu o gol do título, com Abby Wambach, de cabeça, completando cruzamento de Morgan. Foi seu quarto gol no torneio no jogo aéreo.
No segundo tempo, as nipônicas foram com tudo para o ataque. Aos 115 minutos, Kinga passou por Hope Solo e tocou para o gol, mas a capitã Christie Rampone apareceu na cobertura para tirar a bola. No entanto, no lance seguinte, em escanteio, veio um duro empate, com a capitã Homare Sawa guardando. Da melhor forma, ela se garantiu como a artilheira da Alemanha 2011, com cinco gols.
Nos pênaltis, Lloyd, Heath e Boxx erraram suas cobranças (duas defesas da goleira Kaihori e uma por cima do travessão), nas quatro primeiras dos EUA. Do lado japonês, apenas Nagasato falhou. E a Copa do Mundo Feminina da FIFA tem uma seleção campeã de modo inédito.

Fonte: FIFA.com

sábado, 16 de julho de 2011

Vale a taça: Japão x EUA

A poderosa seleção dos Estados Unidos buscará o tricampeonato mundial diante do Japão , uma seleção de técnica elaborada e excelente organização tática, que sonha em chegar ao ponto mais alto do pódio já na sua primeira final da Copa do Mundo Feminina da FIFA.
Ambas as seleções superaram as semifinais da Alemanha 2011 pelo mesmo placar: 3 a 1 — sobre a Suécia, no caso das japonesas, e contra a França, no das americanas. Há um equilíbrio de forças e o entusiasmo nos dois vestiários não poderia ser maior

O Jogo
Japão x Estados Unidos, Frankfurt, domingo, 17 de julho, 20h45 (horário local, 15h45 de Brasília, 19h45 de Lisboa)

Em cenaGraças a uma inspirada Homare Sawa, que, aos 32 anos, é a alma e o cérebro da sua seleção, as japonesas vêm mostrando um jogo bonito, de muita troca de passes e coroado por belas finalizações. No caminho rumo à final, só tiveram um tropeço diante da Inglaterra ainda na fase de grupos, quando já haviam se classificado. Na sequência, causaram sensação ao eliminarem as anfitriãs alemãs e as suecas.
As americanas também seguiram uma trajetória parecida, com uma derrota para as suecas, que as fez perder a primeira posição na chave e as obrigaram a encarar uma partida histórica pelas quartas de final contra o Brasil. Depois da emocionante decisão nos pênaltis contra as brasileiras, foi a vez de a França cair diante da eficiência dos Estados Unidos.
A técnica Pia Sundhage e o treinador Norio Sasaki se conhecem bem. No último ano, se enfrentaram em três ocasiões e até agora a balança sempre pendeu para o mesmo lado: foram todas vitórias americanas. O retrospecto geral não ajuda as japonesas. Nos 25 encontros anteriores entre ambos os selecionados, elas nunca somaram um triunfo. O melhor que conseguiram foram três empates.
O Japão, segundo país asiático a chegar à decisão do Mundial — o primeiro foi a China, que perdeu para os Estados Unidos em 1999 —, também terá de lutar contra outro dado estatístico: as americanas têm 100% de aproveitamento em finais.

Na opinião dos técnicos quem pode fazer a diferença:
Se você pudesse escolher uma jogadora adversária para jogar na sua seleção, quem escolheria?
Sundhage [Técnina dos EUA]:  Homare Sawa
.

Sasaki [Técnico do Japão]:
 Esta é uma pergunta muito difícil para eu responder, porque não quero mudar nenhuma das minhas jogadoras. Mas eu diria a Hope Solo, pela experiência dela.

Qual das suas comandadas pode fazer a diferença?
Sundhage [Técnica dos EUA]: 
(longa pausa) Bem... Tenho tantas boas jogadoras... Mas acho que Lauren Cheney pode fazer a diferença.

Sasaki [Técnico do Japão]: Vamos precisar que todas as jogadoras de alguma maneira façam a diferença durante a partida — inclusive as do banco, que vêm fazendo um ótimo trabalho quando acionadas, principalmente a Karina Maruyama e a Ando Kawasumi.
Fonte: Fifa.com

Suécia bate a França e retorna ao pódio - Suécia 2 x 1 França


A Suécia derrotou neste sábado a França na disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo Feminina da FIFA Alemanha 2011, por 2 a 1, em Sinsheim, e assegurou seu retorno ao pódio, depois de ter ganhado a prata nos Estados Unidos 2003 e o bronze na China 1991.  O triunfo veio de modo heróico, com uma jogadora a menos desde os 68 minutos, com a expulsão da atacante Josefine Öqvist.

Primeiro tempo
Em uma tarde de temperatura agradável na Neckar Rhein Arena lotada, ambas as seleções contaram com boa presença de suas torcidas na arquibancada. A França já havia atuado neste estádio, tendo vencido a Nigéria por 1 a 0 em sua partida de estreia.  
As francesas controlaram os primeiros dez minutos de jogo, mas não conseguiam definir para o gol, enquanto a Suécia imprimia mais velocidade em sua chegada com suas atacantes, arriscando o primeiro chute a gol aos 14 minutos para alegria de uma impaciente torcida.

Enquanto seu adversário seguia com dificuldades para criar ofensivamente, a Suécia aproveitou para abrir o placar, aos 29 minutos. Lotta Shelin recebeu o cruzamento perfeito de Sara Larsson e anotou. No lance, mais duas más notícias para a França, que viu tanto a goleira Berangere Sapowicz e a meio-campista Louisa Necig saírem de campo lesionadas.
O gol despertou as francesas, que tiveram sua primeira boa chance aos 36 minutos, com Elise Bussaglia acertando a trave direita em um chute de meia distância, fora da área. Ela tentou mais uma vez aos 41 inutos, para uma boa defesa de Hedvig Lindhal.
Segundo tempo
A França entra na segunda etapa melhor em campo, conseguindo o empate aos 56 minutos, com Elodie Thomis recebeu lançamento de Gaetane Thiney na esquerda, nas costas da defesa, em posição regular, entrou na área e finalizou pelo 1 a 1.
A Suécia teve uma grande chance para desempatar aos 64 minutos, quando Öqvist, sozinha na ponta esquerda, foi acionada. Ela ficou cara a cara com a goleira Celine Deville e bateu bem, acertando a trave direita.  Um minuto depois, Wendie Renard subiu mais do que todo mundo na área após escanteio e cabeceou a bola rente ao poste.
Aos 68 minutos, Öqvist recebeu o cartão vermelho direto após uma disputa de bola com Sonia Bompastor, atingindo a adversária próxima à margem de campo, e a partida poderia virar em favor da França. Mas não foi o que aconteceu.
As suecas se mantiveram firmes em campo e foram premiados com um golaço aos 82 minutos. Depois de cruzamento da esquerda, Marie Hammarstrom deu um chapéu na entrada da área, na quinta esquerda, cortou para a canhota e mandou uma bomba de peito de pé para acertar o ângulo: 2 a 1.
A França se lançou ao ataque com tudo a partir daí, mas não conseguiu ameaçar a meta das suecas o suficiente, concluindo sua melhor campanha na história da Copa do Mundo Feminina da FIFA na quarta posição.

Estatísticas

10Chutes19
7Escanteios5
0Cartões Amarelos0
0Expulsão por 2º cartão amarelo0
1Cartões Vermelhos0
44%Posse (%)56%


Fonte: Fifa.com

Candidatas a melhor jogadora do Mundial feminino

Aya Miyama foi uma das responsáveis por conduzir o Japão até a final da Copa do Mundo feminina 

Melhor goleira do mundo, Hope Solo virou queridinha dos homens no mundial da Alemanha 

Marta não conseguiu levar o Brasil ao sonhado título mundial, mas pode ser coroada artilheira e melhor da Copa.

Consistência no campeonato pode fazer a japonesa Shinobu Ohno acabar com o título de melhor jogadora.

Lotta Schelin (à direita) e Caroline Seger são as duas representantes da Suécia na eleição de melhores da Copa do Mundo feminina.


Abby Wambach pode se sagrar campeã mundial com os Estados Unidos e ainda levar o prêmio de melhor jogadora da competição 

Além de ter se destacado dentro de campo, Louisa Necib chamou a atenção pela beleza.

Capitã Kerstin Garefrekes não conseguiu levar Alemanha ao título mundial em casa.

Homare Sawa disputa prêmio de melhor do mundial e pode acabar também como artilheira. 

A francesa Sonia Bompastor fez boa campanha com a seleção, mas caiu diante dos EUA .


Fonte: Uol